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Decotelli pede demissão após cinco dias como Ministro da Educação

Foto: Seduc/Divulgação

Nomeado ministro da Educação, Carlos Decotelli entregou seu cargo nesta terça-feira (30) ao presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Segundo informações, o professor teria redigido uma carta pedindo a saída do governo após várias acusações em sua vida acadêmica.

O ex-ministro, indicado na última quinta-feira (25) teve seu nome publicado no Diário da União, mas não chegou a tomar posse.

A gota d’água foi a nota da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgada na noite de segunda-feira, informando que Decotelli não foi pesquisador ou professor da instituição.

Decotelli três pontos questionados em seu currículo, primeiro a denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV); sua declaração de um título de doutorado na Argentina, que não teria obtido;
e pós-doutorado na Alemanha, não realizado.

Já existem possíveis novos nomes para o cargo: Marcus Vinícius Rodrigues, que foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC. O ex-pró reitor da FGV Antonio Freitas, indicado pelo mesmo grupo militar e pelo dono da Unisa, Antonio Veronezi, que tem exercido grande influência no governo.

E indicado pelo grupo é do evangélico Benedito Guimarães Aguiar Neto, que foi reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e hoje é presidente da Capes, no MEC.

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